Portal do SNS | Serviço de Patologia Clínica do CHTMAD já processou mais de 354 mil testes

O Serviço de Patologia Clínica do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD) processou, desde o início da pandemia (março a novembro), mais de 35 mil amostras para despiste à COVID-19, estando, atualmente, a processar uma média de 350 testes/dia.
Este Serviço é responsável pelo processamento, estudo e disponibilização dos resultados analíticos e dos dados epidemiológicos essenciais para o despiste de infeção por SARS-COV-2 (coronavírus causador da doença COVID-19).
Para poder dar resposta às necessidades do centro hospitalar, o Serviço reorganizou o espaço físico nas suas diferentes unidades hospitalares integradas no CHTMAD, preparando circuitos distintos com uma área dedicada para a receção, verificação, integração e posterior análise efetiva das referidas amostras.
De acordo com o CHTMAD, foi, também, necessário fazer um reforço da equipa, diferenciada e multidisciplinar, nomeadamente com a contratação de mais 6 técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica, 5 técnicos superiores e 1 assistente técnico.
«Estas contratações tornaram possível processar amostras desta doença durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, permitindo encurtar o tempo de resposta na disponibilização dos resultados» revela o centro hospitalar.
Aumento da capacidade de testagem nas três unidades do CHTMAD.
No que se refere a doentes urgentes/emergentes existe, desde maio, a possibilidade de realização de testes rápidos, «que vieram permitir a redução no tempo de resposta, cerca de 45 minutos desde a entrada no equipamento até à saída do resultado».
Com esta inovação, «crucial num contexto de pandemia ainda em crescendo», é possível processar no CHTMAD (Vila Real, Chaves e Lamego) 62 amostras de pesquisa de SARS-COV-2, em simultâneo ou em diferentes ciclos, além de permitir efetuar outras análises/rastreios.
Para a responsável do Serviço, Eliana Costa, «a reorganização da Patologia Clínica do CHTMAD, quer em termos humanos, de espaço e equipamento, foi fundamental para uma rápida e eficaz resposta no diagnóstico à COVID-19.
Aumentamos a nossa capacidade de testagem nas três unidades laboratoriais, o que permite detetar a infeção e responder, de forma célere, a esta doença».
Acrescentou, ainda, que paralelamente ao despiste da COVID-19, o Serviço processou mais de dois milhões de estudos laboratoriais neste mesmo período.
O Conselho de Administração reitera que estes indicadores de atividade devem-se, sobretudo, à dedicação e empenho de todos os profissionais deste Serviço, que têm sido fundamentais para o despiste rápido desta doença, sem descurar o processamento de todas as outras amostras de doentes não COVID.
Partilhar: